domingo, 25 de junho de 2017

Capítulo Trinta

Adormecer com o corpo de Zac em volta dela e acordar com o som de sua respiração se tornou uma realidade cotidiana de Vanessa. Como ela iria se acostumar a dormir sozinha, quando ela voltasse para casa, ela não tinha ideia.
O simples pensamento de deixa-lo fazia seu peito contrair dolorosamente. Daqui a pouco mais de três semanas ela teria que voltar para Londres, de volta a sua vida. Estar em Gênova, estar com Zac, tudo isso deu a ela uma sensação de fuga - como um mundo de fantasia, em que ela foi permitida entrar apenas com acesso limitado. Sua vida real, pacientemente esperando por ela no Reino Unido.
— Mmmm — Zac murmurou atrás dela, colocando o seu corpo mais perto até que ele se encaixou perfeitamente no seu, e entrelaçando as pernas dele com a dela. — Ainda não. Eu não quero levantar ainda.
Como ele poderia dizer quando ela tinha acordado? Ele fazia isso a cada momento, ela mal tinha aberto os olhos, quando ele sabia que ela estava acordada.
— Eu também não.
Três horas mais tarde, depois de uma longa manhã e um chuveiro ainda mais longo, Vanessa e Zac desceram as escadas até a cozinha para encontrá-la vazia. Isso era estranho, ela se lembrou que Ashley havia dito que teria um dia de folga hoje, e estava esperando ansiosamente, desde que ela tinha trabalhado vários turnos extras recentemente. Vanessa espiou lá fora pelas portas francesas, mas sua prima não estava lá. Ela poderia ainda estar dormindo? Eram 11:00hs, e Ashley nunca dormia até tão tarde. Pegando seu telefone, ela começou a digitar uma mensagem.
Nessa: Onde você está?
Ash: Estúdio. Conseguiu nalmente arrastar a bunda de Zac para fora do quarto?
Vanessa sorriu e olhou para Zac, que ligou a máquina de café e estava fazendo sanduíches para o café da manhã. Tronco nu. Calça jeans pendurada baixa em seus quadris, e Vanessa lembrou que ele não tinha colocado qualquer roupa, antes que eles saíssem do quarto. Sentindo seu olhar quente em suas costas, ele virou a cabeça sobre o ombro e fixou nela aqueles seus olhos lindos. Percebendo que ela ainda estava olhando para ele, Vanessa conseguiu arrancar os olhos e voltou sua atenção para o telefone nas mãos. Ele riu, mas não comentou sobre sua boca escancarada para ele mais uma vez.
Nessa: Sim, eu consegui . Ele está preparando o café da manhã. Voc pode vir se encontrar conosco?
Ash: Me dê 10 minutos.
— Ashley está em seu estúdio. Ela diz que vai chegar em poucos minutos. Você se importa de fazer um sanduíche para ela também? Eu suspeito que ela está trancada lá toda a manhã e não comeu.
— Claro. — disse Zac, e abriu a geladeira para tirar mais alguns ingredientes.
Vanessa não podia ver seus músculos se movendo sob a pele lisa, bronzeada por mais tempo, sem tocá-lo. Ela sorrateiramente caminhou por trás das costas e colocou os braços ao redor da cintura dele, beijando-o entre as omoplatas. Ele continuou espalhando manteiga em uma fatia de pão, como se ele não estivesse ciente de que ela estava abraçando-o. Aceitando o desafio silencioso, Vanessa moveu suas mãos ao longo de seu abdômen devagar até que chegou ao botão da calça jeans. Soltando-o com um único puxão de seus dedos, Vanessa deslizou a mão ao longo do interior de sua cintura enquanto traçava uma linha reta ao longo de sua espinha com a ponta da sua língua. Mesmo sem perceber, ela gemeu baixinho dentro de sua garganta. A mão de Zac prendeu a dela, e ele parou de fazer qualquer coisa. Girando tão rápido que ela mal conseguia reagir, ela estava de costas, pressionada contra a bancada, com ele prendendo-a entre seus braços. O indomável fogo em seus olhos fez todo o corpo de Vanessa estremecer de prazer - ela adorava quando ele perdia o controle com ela.
— É bastante difícil quando você olha para mim como se quisesse me comer o tempo todo, mas se você não quiser voltar ao seu quarto, é melhor parar de me provocar. — Zac resmungou, inclinando-se para ela, sua respiração roçando os lábios. Involuntariamente, Vanessa fechou os olhos e abriu os lábios, deixando escapar um suspiro. Ele lambeu o lábio inferior com a ponta da língua, mas não a beijou. Vanessa abriu os olhos para encontrá-lo ainda a centímetros de seu rosto, seus olhos ardendo por ela. Os músculos de seus braços estavam duros com a tensão, como se ele estivesse usando toda a sua força física para se controlar.
— Então você está caminhando para me trancar nas próximas três semanas? — ela disse, com a voz baixa e rouca. Ela queria que ele perdesse o controle tanto quando estava disposta a empurrá-lo.
— Talvez ainda mais. — disse ele em voz baixa, sua expressão suavizando do puro desejo para algo mais leve. Vanessa sentiu as lágrimas ardendo em seus olhos. Era porque ela havia expressado a quantidade de tempo que eles ainda tinham juntos, ou por causa da mudança repentina de Zac de comportamento? Ela não tinha certeza. Ela não teve muito tempo para analisar sua reação, porque ele baixou a cabeça e esmagou sua boca na dela, atacando sua língua desesperadamente. Ele moveu uma mão para sua nuca e apertou a cabeça contra seus lábios, não a deixando se afastar. Não que ela tivesse qualquer intenção de se afastar.
— Oh, vamos lá! — A voz de Ashley parecia vir de algum lugar distante. — Vocês estão colados há mais de duas semanas. Vocês ainda não estão enjoados um do outro?
Ela passou por eles e abriu um armário para pegar uma xícara, derramando café nele. Zac sorriu contra os lábios de Vanessa, mas não se afastou.
— Nunca. — ele sussurrou, o que fez Vanessa dar um sorriso. Com o canto do olho, ela viu Ashley revirando os olhos, antes que se jogasse em uma cadeira à mesa.
Involuntariamente, Zac se afastou de Vanessa e foi terminar os sanduíches que estava fazendo, enquanto ela pegava mais duas xícaras e servia café.
— Então, o que vamos fazer hoje? — Vanessa perguntou, quando todos eles se sentaram à mesa e começaram a tomar seu café da manhã.
— Nós precisamos ir ao shopping para comprar um presente para Beppe. Seu aniversário é na sexta-feira. — Zac disse entre mordidas.
— Ah, eu esqueci completamente! — Ashley disse. — O que devemos comprar?
— Eu estava pensando em novos fones de ouvido. Ele ama música e os seus queridos Sony são mais velhos do que eu. — disse Zac, tomando um gole de seu café.
— Eu duvido que qualquer coisa possa ser tão velha assim. — Ashley brincou com ele e Vanessa não conseguiu segurar o riso. Zac jogou um pedaço de pão em Ashley e ela gritou. — Ewww, você jogou maionese em todo o meu top!
— Lembre-se da última vez que brincou com a minha idade, que eu te joguei na piscina?
— Como eu posso esquecer? Você arruinou meu vestido e quarenta minutos de maquiagem. — Ashley franziu o cenho, enquanto limpava a maionese em sua blusa com um guardanapo de papel.
— Mantenha essa memória fresca na sua cabeça, ou eu vou ter que atualizá-la. — Ele jogou um pedaço de pão para ela, assim que ela terminou de limpar a mancha.
— Ei, pare com isso. Você é tão imaturo. Honestamente, Nessa, eu não sei como você pode suportá-lo, e muito menos gostar dele.
— Eu não encontrei nada nele ainda imaturo. E confie em mim, eu tenho sido muito cuidadosa na minha pesquisa. — Vanessa disse e sorriu quando Zac riu. Ashley revirou os olhos e se levantou.
— Que seja. Vou me vestir e sugiro que vocês façam o mesmo, para que possamos sair. E eu não vou ficar esperando vocês fazerem nada no quarto. — Ashley pisou fora da cozinha e subiu as escadas em direção a seu quarto.
— Quando ela ficou tão mandona? — Vanessa perguntou, quando se levantou e levou seu prato vazio para a pia. Zac a seguiu e a agarrou no balcão novamente. Ele afastou o cabelo sobre seu ombro e, deslizando a manga de sua camiseta até o outro ombro, acariciando suavemente sua pele, antes de beijá-la.
— Não podemos fazer nada, lembra? — Vanessa protestou sem muita força.
— Eu nunca fui bom em seguir instruções. — Ele girou em torno dela e beijou-a profundamente, levando seu tempo.

*
Beppe morava na cobertura de um prédio recém-construído, apenas a dez minutos a pé do centro da cidade e da Ferrari Piazza. Vanessa levantou uma sobrancelha quando eles tiveram que passar por dois portões de segurança separados, antes de chegarem ao estacionamento subterrâneo. Eles foram recebidos por um porteiro no hall de entrada, que reconheceu Zac imediatamente e sorriu calorosamente para Vanessa e Ashley. Ele acompanhou-os até o elevador para a cobertura, apertou o botão e conversou educadamente com Zac até que as portas do elevador se abriram.
A cobertura era enorme e decorada exatamente como você esperaria de um apartamento de solteiro - cores neutras, mobiliário elegante, sistema de som de alta tecnologia, TV de tela plana grande e, claro, uma mesa de bilhar.
E já estava cheio de pessoas, a música estava bombando através das paredes. Garçonetes escassamente vestidas servindo coquetéis em bandejas, e não havia um, mas dois bares improvisados na enorme sala de estar. Parecia que Beppe tinha lembrado que os seus convidados do sexo feminino deveriam ter algum colírio para os olhos, porque os dois barman atrás dos balcões eram lindos. Uma das garçonetes os recebeu, e apontou para uma enorme mesa cheia de presentes, acenando para que deixassem os seus presentes lá, também.
Beppe estava jogando sinuca com um casal de amigos, e parecia que ele estava se divertindo bastante.
— Feliz aniversário, homem. — Zac disse quando eles se aproximaram de Beppe, e lhe deu aquele cumprimento masculino. Vanessa deu um passo atrás dele, oferecendo desejos de feliz aniversário, beijos habituais e um abraço. Ele segurou-a um pouco mais que o normal - só para irritar Zac, Vanessa suspeitou. Quando ele a soltou, ele piscou e sua suspeita foi confirmada. Ela não pôde deixar de sorrir para ele - Beppe era tão atrevido, e ainda assim era impossível não gostar dele. Depois de abraçar Ashley, Beppe disse,
— Divirtam- se, a festa está apenas aquecendo.
Eles misturaram com o resto dos convidados, Zac e Ashley ocasionalmente cumprimentavam alguém quando eles passavam. Vanessa não poderia vislumbrar Gia em qualquer lugar. Será que as coisas estavam tão ruins entre ela e Beppe, que ela perderia o seu aniversário?
Ashley encontrou um amigo da escola e ficou para trás para conversar, enquanto Zac  e Vanessa continuavam sua caminhada em torno do lugar. Ele pegou um cocktail de uma garçonete que passava e tomou um gole.
— Vou verificar no bar se eles têm algo não alcoólico. — Vanessa disse e Zac assentiu, assim que alguém se aproximou dele e eles apertaram as mãos.
Se o barman era lindo de longe, de perto ele era absolutamente inacreditável. Não era justo alguém ser tão perfeito - olhos azuis amendoados, cílios grossos, pele dourada, cabelos escuros ondulados, maçãs do rosto salientes, a boca sensual. Ele estava usando uma camiseta preta apertada que não fez nada para esconder seus ombros largos e tórax bem definido. Por que esse cara não estava em um anúncio de cuecas da Armani, em vez de garçom?
— O que posso fazer por você? — Ele perguntou, com um sorriso sedutor, quando percebeu que Vanessa estava olhando para ele com admiração.
— Você tem algo não alcoólico? — ela perguntou, devolvendo o sorriso.
— Claro. Posso misturar-lhe qualquer cocktail sem álcool. O que você gosta?
Ela escolheu um Tom Collins sem álcool e o barman riu. Alguém colocou a mão no ombro de Vanessa e afastou sua atenção das covinhas do barman. Esperando que fosse Zac, ela se virou, mas viu Rico em seu lugar. Ela ofereceu-lhe um sorriso educado depois que ele beijou em ambas as bochechas.
— Ei, como você está? — Ela perguntou.
— Bem. Você? — Ele olhou para ela de uma maneira que ela não gostou. Seu olhar percorreu todo o seu corpo, desde suas pernas nuas, com a saia plissada curta, até sua camiseta decotada. Quando ele finalmente encontrou seus olhos, havia luxúria em seu olhar. Vanessa pensou que se separaram de forma amigável, com ela sendo honesta com  ele sobre seus sentimentos por Zac. Então, por que ele estava olhando para ela assim?
— Eu também. — Ela precisava pegar seu cocktail e dar o fora daqui, porque se Zac a visse com Rico ele ficaria puto.
— Então, você está aqui sozinha? — Rico perguntou, tomando um gole de cerveja, seus olhos nunca deixando os dela. Ela supôs que ele não sabia sobre ela e Zac, mas ainda assim, ela já o tinha rejeitado uma vez.
— Não. — Vanessa pegou o cocktail no balcão, agradecendo ao barman, que lhe recompensou com seu sorriso lindo, e tentou sair. — Eu te vejo por aí, Rico.
— Vanessa, espere. —disse ele e tocou seu braço antes que ela virasse as costas para ele. — Eu sei que você e Zac estão juntos, mas eu preciso te contar uma coisa. — Ela voltou sua atenção de volta para ele. O que ele poderia dizer a ela que seria do seu interesse? — Cerca de uma semana depois que saímos, eu o vi em um clube, completamente embriagado. Ele tinha uma garota em cima dele, e não parecia se importar. — Vanessa franziu a testa. Rico tomou isso como um bom sinal e continuou.
— No dia seguinte, eu o vi no mesmo clube com Beppe. Ele não parecia tão bêbado, mas ele saiu com duas meninas.
Assim que Vanessa estava prestes a abrir a boca para corrigi-lo, Zac apareceu ao lado dela, a raiva irradiando dele.
— Por que você não cuida da sua maldita vida, Rico? — Ele rosnou e Vanessa sentiu que ele estava pronto para atacar a qualquer momento agora.
— Eu só queria que ela soubesse que você estava fazendo com ela pelas costas. Acho que algumas pessoas nunca mudam. — Rico se manteve firme, nivelando Zac com o seu próprio olhar zangado. Vanessa precisava intervir, caso contrário, estes dois estariam se socando em menos de dois segundos.
— Rico, pare de se intrometer na vida das outras pessoas. Agora saia. — Ela esperava que estivesse sendo bastante autoritária, porque ela não se sentia muito assim. A raiva de Zac a estava sufocando.
— Se você não quer acreditar em mim, então tudo bem...
— Eu acredito em você. — disse Vanessa, e continuou, antes que ele dissesse algo estúpido. — Não que isso seja da sua conta, mas eu sei de tudo isso. — A expressão de surpresa do Rico a fez sorrir. Ele poderia ter esperado um soco no seu rosto - mas não que ela já soubesse o que ele estava contando. Claro, Vanessa não esclareceu que tinha sido antes que ela e Zac ficassem juntos - ela não lhe devia nenhuma explicação. Por que ele estava tentando criar problemas entre eles? Ele parecia um cara tão legal. Recuperando rapidamente de seu choque, Rico franziu a testa, ainda não se afastando deles.
— Desculpe meu erro, eu só pensei que você não era burra o suficiente para se envolver com uma fraude, um mentiroso, um psicótico filho da... — Ele não terminou a frase, porque Zac deu um soco e seu queixo gritou em protesto, mandando-o cambaleando alguns passos para trás. Agarrando-o pelo colarinho de sua camisa, Zac firmou-o antes que ele caísse. Já havia alguns olhares curiosos sobre eles e mesmo que a música fosse alta, as pessoas ao redor podia ouvir a troca. Zac inclinou-se na direção do rosto do Rico e em voz baixa disse,
— Você chama a minha namorada de burra de novo, e eu juro que vou arrancar sua língua para fora. — Ele empurrou-o, mas não forte o suficiente para fazê-lo tropeçar e cair. O rosto de Rico estava vermelho com humilhação, quando ele se virou e saiu.
— Que diabos foi isso? — Perguntou Beppe, quando ele se aproximou deles com uma expressão atordoada em seu rosto.
— Você o convidou? Sério? Você pensou que eu e ele na mesma sala, era uma boa ideia? — Zac deu alguns passos na direção de Beppe e ficou a centímetros de seu rosto, mas seu amigo nem sequer pestanejou. Uau, Beppe tinha algumas bolas. Pela visão de Vanessa, Zac parecia absolutamente e terrivelmente irritado agora. Ela não tinha certeza de que combinar seu olhar zangado com um ainda mais irritado era uma boa ideia. Vanessa aproximou-se deles, caso ela precisasse separá-los. Desde que Beppe tinha aparecido, a maioria das pessoas ao redor deles havia se dispersado, sentindo o fim de uma briga e, felizmente, eles não tinham uma audiência mais.
— Ouça-me, Zac. — disse Beppe, com uma voz calma, mas firme. — Este é o meu aniversário, minha casa. Enquanto você estiver aqui, você vai respeitar os meus convidados, e eu não dou a mínima para o fato de você ter um problema com isso. Entendeu? — A expressão de Zac mudou imediatamente de raiva cega a arrependimento. A ligação entre os dois era tão forte, tão surpreendentemente clara, que Vanessa não tinha dúvida de que poderia trabalhar qualquer coisa que acontecesse entre eles.
— Você está certo, eu sinto muito. Eu não devia ter feito isso.
— Está tudo bem. Agora, vá pegar um cocktail e relaxar. Juro, se eu te ver assediar alguém de novo, eu mesmo vou acertar você. — Beppe ameaçou, mas sua boca se espalhou em um sorriso. Zac virou-se para Vanessa, lamentando claramente suas ações.
— Sinto muito, linda. Eu não queria envergonhá-la, mas aquele idiota queria causar problemas entre nós. Não ajuda que cada vez que eu vejo seu rosto, me lembro dos seus lábios sobre o seu, e eu quero dar um soco sem precisar de nenhuma razão adicional.
Vanessa colocou os braços ao redor de seu pescoço e sorriu.
— Você não está com raiva? — Perguntou Zac.
— Não. Ele estava me dando nos nervos, também. — Zac sorriu e a beijou.
Quando eles se separaram, ele pegou sua mão, e a levou em direção às portas francesas que levavam até o terraço. No entanto, antes de chegarem a elas, a porta da frente se abriu e Vanessa viu Gia entrando. Ela parecia um pouco incerta, seu andar confiante habitual um pouco hesitante. Em suas mãos ela tinha um pequeno presente embrulhado em azul escuro e dourado, e ela negou com a cabeça, quando uma garçonete fez um gesto para ela deixar na mesa de presente. A garçonete franziu a testa, mas não insistiu. Gia olhou ao redor com olhos preocupados, obviamente, à procura de Beppe.
Vanessa puxou a mão de Zac e apontou o queixo em direção a sua irmã.
— Ela veio. — ela disse e sorriu, por que não tinha certeza. Talvez porque ela soubesse que a chegada de Gia faria Beppe muito feliz.
— Eu não achei que ela viria. Eles não se falam desde aquela noite no bar de karaokê. Beppe não queria admitir, mas ele ficou arrasado. — disse Zac. Vanessa assentiu com a cabeça enquanto observava os eventos se desdobrarem diante dela. Beppe viu Gia viu do outro lado da sala e dirigiu-se para ela com passos longos e firmes. Ele parou bem na frente dela e hesitou por alguns segundos antes de envolvê-la em seus braços. Gia pareceu surpreso com a reação dele, mas se recuperou rapidamente e abraçou-o de volta.

Vanessa sorriu e arrastou Zac de volta para seu destino original.
***
Olá meninas!Como estão?
Peço desculpas por estar demorando tanto para postar,
mas logo entro de férias do meu trabalho e terei mais tempo para atualizar a fic.
Vocês estão gostando da história? Deixem seus comentários,por favor. Não custa nada!
Aproveitando que passei por aqui, quero divulgar o novo projeto da Andreia,dona das Fanfics Dya.
Ela estará voltando em breve com novidades e atualizando as fanfics já existentes!
Passem por lá e comentem bastante para que ela possa postar logo ;-D
Fiquem com Deus,minhas amorinhas e até mais ♥
Link da fic -->  Bleeding Hell MC



2 comentários:

  1. Eu ameiiiii
    Que saudades que eu estava dessa história flor.
    A cada dia o retorno da Vanessa fica mais perto, isso é angustiante.
    Bom, capitulo nota 10

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  2. Este capitulo está maravilhoso... Nao quero nem ver quando chegar a hora da Nessa voltar para casa... Ja me doi pensar na separaçao deles.
    O Rico bem que mereceu esse soco, palhaço!
    Ja quero saber o que vai rolar nesse reencontro de Beep e Gia...
    Ameiii
    Posta mais please..
    Beijoos

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